Jesus não será, obviamente, o único responsável pelo regresso tão súbito quanto surpreendente do Benfica à sua maior dimensão nacional e internacional, mas se é possível e até desejável, porque justo, ligar os últimos sucessos do FC Porto ao trabalho minucioso e honesto de Jesualdo Ferreira; e se é internacionalmente aceite a responsabilidade directa de Mourinho nos anos de ouro de Porto, Chelsea e, agora, Inter, também, já será tempo de reconhecer o indiscutível mérito de Jorge Jesus nesta espantosa ascensão, verdadeiramente meteórica do Benfica.
