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22 outubro, 2011

Beira Mar 0 Benfica 1 ! Cuidado, ele é perigoso...


22/10/2011 FUTEBOL
Beira-Mar – Benfica, 0-1
Vitória do futebol positivo

A equipa de futebol profissional do Sport Lisboa e Benfica conquistou este sábado mais uma vitória na Liga e continua, assim, no topo da tabela. Na deslocação ao terreno do Beira-Mar, o Benfica encontrou uma formação que não quis jogar futebol durante os 90 minutos. Com todo o mérito e graças a um golo de Cardozo, os “encarnados” suplantaram mais um adversário na prova.

Se dúvidas houvesse relativamente à forma de jogar ou melhor de não jogar do Beira-Mar, o início do encontro da 8.ª jornada tratou de fazer o respectivo esclarecimento. É que a postura da equipa aveirense foi apenas uma: defender até à exaustão.

Esse género de abordagem obrigou o Benfica a ser muito paciente e inteligente na forma de atacar a baliza contrária. Apesar de ter onze homens atrás da linha de bola, a equipa comandada por Jorge Jesus conseguiu criar desequilíbrios junto das redes adversárias. Um dos exemplos foi uma progressão de Witsel. O médio belga entrou na área e cruzou para o lado contrário, onde Cardozo não chegou a tempo para facturar (30’).

Witsel voltou a tentar a sua sorte aos 40 minutos, mas o remate foi travado pelo guarda-redes Rui Rêgo. O cerco à baliza aveirense foi uma constante e o merecido golo do Benfica acabou mesmo por surgir. O mau alívio do guardião do Beira-Mar foi o castigo mais do que merecido para uma forma de jogar ultra-defensiva. Cardozo não perdoou e celebrou mais um tento na presente temporada (41’).


Apesar de estar a perder, o Beira-Mar não alterou uma vírgula à sua estratégia para o segundo tempo, ou seja, continuou a defender atrás da linha da bola, procurando chegar com perigo junto das redes de Artur Moraes num lance esporádico.

O Benfica continuou, por seu lado, a ser a única equipa preocupada em jogar futebol e merecia, por isso, ter conseguido mais golos. Cardozo (61’) e Gaitán (72’) procuraram bater o guarda-redes da casa, tal como Ruben Amorim (73’). Este último foi quem esteve mais perto de o alcançar, mas o remate esbarrou no poste.

Em suma, esta foi uma vitória do futebol positivo, do futebol do Sport Lisboa e Benfica e que permite continuar na frente da tabela classificativa.


Na próxima jornada, a formação orientada por Jorge Jesus vai receber o Olhanense. A partida está agendada para o dia 29 de Outubro.

O Benfica alinhou da seguinte forma: Artur Moraes; Ruben Amorim, Luisão, Garay e Emerson; Matic, Witsel, Bruno César (Javi García, 90’) e Nolito (Gaitán, 60’); Saviola (Aimar, 60’) e Cardozo.


In www.slbenfica.pt

19 outubro, 2011

Basileia 0 BENFICA 2 ... q.b. para os 3 pontos, GLORIOSO demonstra estofo de Champions !


18/10/2011 FUTEBOL
Basileia - Benfica, 0-2
Solidez e pragmatismo ditam liderança no Grupo C

O Benfica venceu esta terça-feira, o Basileia, por 0-2 (golos de Bruno César e Cardozo), em partida a contar para a 3.ª jornada da Fase de Grupos da Liga dos Campeões. Mais uma exibição rica em pragmatismo e solidez, mais três pontos que se traduzem na liderança do Grupo C. É este o nosso Benfica… um Benfica que segue firme em todas as frentes que disputa e está há 15 jogos oficiais sem perder.

O Benfica viajou até Basileia com um só pensamento na bagagem: a vitória! Depois das duas rondas anteriores da Champions (bem positivas!), pontuar na Suíça, na partida relativa à 3.ª jornada, era um passo determinante rumo à fase seguinte da prova… e se a equipa assim o pensou, melhor o fez!
Foi um Benfica determinado, cheio de raça e coesão, aquele que subiu ao relvado do St. Jakob-Park para defrontar o então companheiro de liderança do Grupo C da Champions. No onze “encarnado” a novidade vai para a titularidade de Rodrigo.

Até esta partida ambas as formações lideravam, com 4 pontos, fruto de uma vitória e um empate nas rondas anteriores. Portanto, para além dos três pontos, do prestígio desportivo e não só, e dos euros da Liga Milionária, jogava-se também a liderança isolada do Grupo. Por outras palavras, motivos mais do que suficientes para se assistir a um desafio repleto de saborosos ingredientes. E as expectativas não foram defraudadas…

A jogar em casa, os primeiros minutos mostraram que este Basileia, 4.º classificado do Campeonato Helvético (19 pontos, a 5 do líder, FC Luzern), não estava para brincadeiras. Um rapidíssimo contra-ataque, seguido de um livre directo, que passou muito perto da trave de Artur Moraes, colocaram os “encarnados” em sentido, logo nos momentos iniciais.

Da investida helvética… ao golo de Bruno César

Na resposta, aos 13’, Rodrigo rematou à figura, mas os primeiros 20‘ – há que dizê-lo! - ficam inevitavelmente marcados por um Benfica pragmático, com muito espírito de entreajuda, a suster a forte investida dos helvéticos. E essa postura não tardou a trazer frutos, e com ela a primeira grande explosão de alegria dos muitos benfiquistas presentes em Basileia. Num lance de pura magia, de futebol inteligente, jogado ao primeiro toque, a bola, depois de passar pelo vector mais ofensivo da equipa, e de uma brilhante simulação de Rodrigo, chega a “Chuta-chuta”, que faz – de primeira! – que o melhor sabe: chutar rasteiro e colocado para o fundo das redes de Sommer. Estava feito o 0-1!


A partir daqui, e em vantagem, o Benfica conseguiu soltar-se, espraiar o seu futebol, ao mesmo tempo que soube controlar inteligentemente a ofensiva contrária, que refira-se, nunca deixou de acreditar, como o provam as defesas – praticamente impossíveis – de Artur Moraes, nos últimos dez minutos da primeira metade, ao mesmo tempo que, do outro lado, Gaitán desperdiçava duas oportunidades de ouro para aumentar a vantagem. Ao intervalo valia o golo de Bruno César.

Cardozo trouxe a tranquilidade



A segunda metade foi uma fotocópia da primeira, com as duas equipas a lutarem, nos limites, pela vitória. O Benfica carregava em busca do golo da tranquilidade; o Basileia, sem nunca esmorecer, procurava o golo do empate Aos 54’, Emerson fez bater mais forte os corações benfiquistas, só que o guardião Sommer negou o golo ao lateral “encarnado” com uma belíssima intervenção, intervenção que tornou a repetir, aos 62’, a remate de Aimar.

Jorge Jesus mexe na equipa, sai Aimar e Rodrigo, entram Nolito e Cardozo, com o Benfica a ganhar em frescura, mas a perder em alguma profundidade táctica. Sintomático, aos 68´, Artur Moraes a fazer a defesa da noite, com uma mancha soberba, evitando que a história do jogo fosse outra. E se os nervos começavam a aflorar os milhares de benfiquistas nas bancadas que se fizerem ouvir nos quatros do Mundo… Cardozo, acabadinho de entrar, resolveu. Na cobrança de um livre bem à sua medida, a castigar uma falta cometida sobre si, Tacuara faz o 0-2. Agora era preciso manter a cabeça no lugar e deixar correr os minutos…

Até ao final, mais um par de oportunidades e registo para três contrariedades no Benfica: aos 78’, Maxi sai lesionado e para o seu lugar entra Miguel Vítor, um produto da Formação Benfiquista, a dar garantias a Jorge Jesus; aos 85’, Emerson vê o segundo amarelo e recebe ordem de expulsão; já em tempo de compensação, o técnico Jorge Jesus também foi expulso.

Mas o resultado estava feito! Soou o apito final… o Benfica regressa a Lisboa com a liderança no Grupo C e mais uma exibição rica em pragmatismo, solidez e classe.

O Sport Lisboa e Benfica alinhou da seguinte forma: Artur Moraes, Maxi Pereira (Miguel Vítor, 78’), Luisão, Garay e Emerson; Javi García, Gaitán, Witsel, Aimar (Nolito, 67’), Bruno César e Rodrigo (Cardozo, 70’).

Texto: Sónia Antunes

24 setembro, 2011

Fêcêpê - 2 BENFICA - 2 ... 45 Minutos de avanço, senão a vitória era nossa !


23/09/2011 FUTEBOL
FC Porto – SL Benfica, 2-2
Jogo repartido dá empate


O Sport Lisboa e Benfica empatou a duas bolas no estádio do Dragão. Com uma excelente atitude, os comandados de Jorge Jesus demonstraram uma boa capacidade de resposta e um grupo muito unido. Segue-se o Paços de Ferreira no ataque à liderança isolada.

O técnico Jorge Jesus voltou a apostar num meio-campo reforçado com Javi García, Witsel e Aimar, deixando os flancos para Nolito e Gaitán, que tinham como objectivo servir o avançado Óscar Cardozo. O guardião Artur viu o quarteto defensivo ser formado por Maxi, Luisão, Garay e Emerson.

O primeiro lance de ataque pertenceu aos “encarnados” logo aos dois minutos, com um centro de Nolito para Cardozo, que chegou atrasado para desviar. Nos minutos iniciais, as equipas tentavam construir jogo calmamente, num claro estudo mútuo.

O Benfica ocupava muito bem os espaços com uma postura muito adulta em campo, impedido o ataque adversário de chegar em boa posição de finalizar. O primeiro lance perigoso do FC Porto surgiu apenas aos 27 minutos. Varela entrou na grande área e serviu Fucile que encontrou um Artur gigantesco a fazer a mancha.

A toada de jogo mantinha-se morna e quando menos se esperava, os “azuis e brancos” inauguraram o marcador. Na sequência de um livre lateral, Guarín levantou para o primeiro poste e Kléber foi feliz de cabeça. Ao intervalo o resultado era de 1-0.

A etapa complementar iniciou-se com o Benfica a atacar e a chegar ao empate. Com o relógio a mostrar 47 minutos, Aimar jogou em Nolito, o espanhol desmarcou Cardozo com classe, que depois de deixar Álvaro Pereira e Helton no chão atirou para o fundo das redes.

Contra a maré e com os “encarnados” a dominarem as operações, o FC Porto voltou a marcar, desta feita por Otamendi que respondeu da melhor forma a um centro rasteiro de Varela. A desvantagem era injusta e os jogadores da Luz sentiam isso.

A partir do 2-1 só houve Benfica. Foram vários os ataques venenosos que enervaram a defensiva adversária e depois de Nolito ter isolado Cardozo (61’), que permitiu a defesa a Helton e de um golo anulado a Saviola (81’) por fora-de-jogo, Gaitán (82’) gelou os adeptos contrários. Saviola fez um passe de génio de costas para a baliza que rompeu a dupla de centrais contrária e Gaitán “fuzilou” Helton, que se limitou a assistir à potência do remate.

Com este empate, mantém-se tudo igual no topo da classificação, com as duas equipas a dividirem a liderança do Campeonato Nacional, com 14 pontos. Na próxima ronda, o Sport Lisboa e Benfica recebe o Paços de Ferreira.

O Sport Lisboa e Benfica apresentou o seguinte onze: Artur, Maxi Pereira, Luisão, Garay, Emerson, Javi García, Witsel, Aimar (Saviola 69’), Gaitán, Nolito (Bruno César 69’) e Cardozo (Matic 90’).

In www.slbenfica.pt

30 agosto, 2011

Nacional 0 BENFICA 2 ... Vitória Justíssima com muita cabecinha, assim se constroem os CAMPEÕES !


29/08/2011 FUTEBOL
Nacional - SL Benfica, 0-2
Justiça na Choupana


O Sport Lisboa e Benfica venceu o Nacional da Madeira, por 0-2, com uma exibição bem conseguida. Neste encontro da 3.ª jornada, Cardozo abriu o marcador de cabeça e Bruno César recuperou a bola antes do meio-campo e sentenciou o jogo.

Esta partida da 3.ª jornada da Liga portuguesa começou muito disputada a meio-campo, o que não surpreendeu Jorge Jesus, que já à espera desta situação, voltou a lançar Witsel em detrimento de um segundo avançado. A única alteração em relação ao onze que venceu o Twente, aconteceu no centro da defesa, com a saída por lesão de Garay e a entrada do brasileiro Jardel.



Com a bola a estar maioritariamente no centro do terreno, a primeira oportunidade acabou por pertencer ao Nacional. Mateus (6’) apareceu solto na direita e rematou rasteiro para intervenção atenta de Artur com os pés. Com o evoluir do cronómetro, o protagonista começou a ser o nevoeiro, que teimou em “estragar” o espectáculo, levando inclusivamente o árbitro Artur Soares Dias a interromper a partida.

Quando o esférico voltou a rolar na Choupana, o Benfica marcou. Com 21 minutos decorridos, Nico Gaitán recebeu no flanco direito e centrou com conta, peso e medida para a cabeça de Cardozo, que depois de se antecipar ao marcador directo, rematou como mandam as regras, de cima para baixo. Estava inaugurado o marcador.

A formação insular não apresentava grande resposta e, quando o fazia, a defesa “encarnada” estava atenta, como foi o caso de Jardel (24’), que tirou “o pão da boca” a Rondón na pequena área. A visibilidade também não era a melhor e o encontro voltou a ser interrompido.

O último lance de perigo do primeiro tempo voltou a pertencer à equipa de Jorge Jesus, com Cardozo a aplicar um grande pontapé e a obrigar Elisson a defesa apertada. Ao intervalo, o maior desejo era que o nevoeiro desistisse de marcar presença.

Felizmente, a etapa complementar iniciou-se com céu limpo e o encontro não voltou a ser interrompido. O Nacional entrou mais pressionante por estar em desvantagem, mas nunca levou real perigo às redes de Artur. Os “encarnados” foram tomando conta da posse de bola e controlo do jogo foi aumentando. Aos 61 minutos, João Aurélio foi bem expulso com um duplo cartão amarelo, depois de empurrar Bruno César pelas costas. Volvidos dois minutos, Gaitán apostou na jogada individual, e rematou muito perto do poste madeirense.



Aos 66 minutos, o juiz Artur Soares Dias perdoou uma expulsão claríssima a Filipe Lopes, que agrediu Axel Witsel com uma cotovelada grotesca. Na sequência da falta, Aimar quase marcou de livre. Só dava Benfica e a vinte minutos do fim, Luisão voltou a levar muito perigo com uma cabeçada poderosa, para defesa de Elisson.

As jogadas de ataque eram muitas e bonitas e adivinhava-se o segundo tento. Quando já passavam três minutos dos 90, Bruno César “partiu a loiça”. O brasileiro correu cerca de 70 metros e depois de ultrapassar o último elemento do Nacional, finalizou com categoria e selou os três pontos.

O Sport Lisboa e Benfica apresentou o seguinte onze: Artur, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Emerson, Javi García, Nico Gaitán (Ruben Amorim 90’), Nolito (Bruno César 45’), Witsel, Aimar (Enzo Peréz 78’) e Cardozo.




In www. slbenfica.pt

25 agosto, 2011

Benfica - Twente, 3-1 Fase de Grupos da Champions garantida com muita CLASSE e MAGIA ! GRANDE BENFICA !


24/08/2011 FUTEBOL
Benfica - Twente, 3-1
Fase de Grupos da Champions garantida

Foi com classe, pragmatismo e inteligência que o Benfica se apresentou no desafio da 2.ª mão do play-off da Liga dos Campeões. A vitória, por 3-1, na Luz (5-3, no cômputo das duas mãos) permite ao Clube o acesso à Fase de Grupos da prova. Os adversários são conhecidos já amanhã.


Foi com a vantagem na eliminatória, fruto do empate a duas bolas na Holanda, que o Benfica iniciou esta partida. Mas desde cedo se percebeu que esta equipa não iria “dormir” sobre a vantagem, antes pelo contrário, o objectivo era claro: ampliar cedo a mesma para números mais seguros que permitissem maior confiança, não fosse “o diabo (neste caso concreto o Twente) tecê-las!”

Os primeiros 20 minutos da partida mostraram isso mesmo: um Benfica verdadeiramente avassalador, com as oportunidades de golo a sucederem-se em catadupa. E foi Aimar quem deu a receita logo no minuto inicial, no entanto, o remate saiu à figura. Gaitán não lhe quis ficar atrás e no lance posterior tentou o chapéu a Mihailov, com o guardião a mostrar-se atento. A avalancha ofensiva sucedia-se, Javi García (9’), Nolito (10’), Cardozo (15’, 16’ e 19’), entre outros... mas a bola teimou em não entrar.


Por esta altura Artur Moraes era um autêntico espectador do encontro e somente à passagem do minuto 20 começou a ver os holandeses a acercarem-se da sua zona de intervenção, embora sem grandes motivos para preocupação. O controlo nunca fugiu aos “encarnados”.

O Benfica dominava, fruto de uma posse de bola em qualidade, com os jogadores a mostrarem garra e muito talento. Futebol bonito, ao primeiro toque, jogadas de combinação perfeitas a toda a largura do terreno. O que faltou? O golo, a festa do Futebol... é que a “redondinha” – teimosa! – teimou sempre em não entrar para desespero dos milhares que quase lotaram a Catedral, que apesar de não terem podido festejar o desejado golo, com toda a certeza, gostaram do que viram.

Ainda relativamente à primeira metade do encontro, uma nota para o único susto sofrido pelos “encarnados”, aos 35 minutos, na única desatenção do sector defensivo, com a bola a passar muito perto da baliza às ordens de Artur. No contra-golpe o Benfica mostrou não se ter atemorizado e numa jogada viperina, de contra-ataque puro, Gaitán na cara de Mihailov, rematou ao lado do poste.

A fechar os primeiros 45 minutos, tempo ainda para Cardozo colocar – mais uma vez – em sentido o guardião adversário. Remate rasteiro e poderoso, para grande defesa.

O nulo, à descida para os balneários, sabia, e de que maneira, a injustiça! Por tudo aquilo que fez, o Benfica merecia, já na altura, uma confortável vantagem.

Classe e talento carimbam Champions

E tantas vezes foi o “cântaro à fonte”... que a justiça acabou por surgir. Logo no reatar (46’), Gaitán cobra na direita um livre indirecto, Luisão, nas alturas, assiste Witsel de cabeça, com o belga, num remate acrobático de bicicleta, a fazer o golo inaugural na Luz! Tardou, mas chegou...

E como diz outro ditado popular, “não há fome que não dê em fartura”. Depois de tanto desperdício na primeira metade, o Benfica redimiu-se nos segundos 45 minutos.

Em vantagem no desafio, e na eliminatória, os “encarnados” não tiraram o pé do acelerador e, aos 58’, novo tento. Aimar na cobrança de um canto e eis que bem no coração da área, ao primeiro poste, surge um cabeceamento mortífero de Luisão. Um golo e uma assistência para o capitão.

O Benfica continuava a espraiar o seu Futebol e, em noite inspirada, Witsel resolve fazer mais uma “gracinha”. Cardozo isola o belga e este, na cara de Mihailov, remata colocado para o 3-0. Só dava Benfica e, apesar dos números já confortáveis, com um pouco mais de “estrelinha” na hora de matar o lance e os “encarnados” poderiam mesmo ter alcançado uma vitória por números mais castigadores para a equipa holandesa.

Por falar em castigo, e longe deste Benfica o merecer, num dos raríssimos lances em que se conseguiu acercar da baliza de Artur, o Twente marcou o seu golo de honra (85’).

Ao apito para o final, o Benfica vencia, por 3-1, (5-3, no cômputo das duas mãos). Depois do susto (o 2-2 era um resultado “perigoso”) na Holanda, os “encarnados” mostraram toda a sua classe e estofo na Luz, numa partida praticamente de sentido único e que permite ao Clube carimbar a desejada e merecida presença na Fase de Grupos da Liga dos Campeões. Os adversários serão conhecidos já amanhã, quinta-feira, pelas 17.00 horas.

O Sport Lisboa e Benfica apresentou o seguinte onze: Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Garay, Emerson, Javi García, Witsel, Gaitán (Bruno César, 73’), Pablo Aimar, Nolito (Matic, 73’) e Cardozo (Saviola, 83’).

In www.slbenfica.pt

18 agosto, 2011

Twente – Benfica, 2-2 ............Ai não gostam do Tacuara ? 176 jogos = 101 golos, o que é que querem mais ?


16/08/2011 FUTEBOL
Twente – Benfica, 2-2
Estádio da Luz vai decidir

O Sport Lisboa e Benfica empatou esta terça-feira na Holanda frente ao Twente, na primeira-mão do play-off de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões. Apesar da igualdade a dois, a formação de Jorge Jesus demonstrou que é superior aos holandeses, que empataram através de um lance irregular.

Para este jogo europeu, Jorge Jesus apostou num meio-campo reforçado com a entrada de Witsel, enquanto Óscar Cardozo ficou sozinho no ataque. No sector defensivo, destaque para a entrada de Maxi Pereira, que rendeu Ruben Amorim.

O encontro começou com sinal mais para os “encarnados”, com Gaitán a arriscar uma jogada individual na direita e a aparecer isolado frente a Mihaylov, depois de ganhar dois ressaltos. Na altura de finalizar, o guardião búlgaro levou a melhor, através de uma intervenção apertada com os pés. O Benfica dominava os primeiros minutos, e contra a corrente de jogo, o Twente inaugurou o marcador. Luuk de Jong rematou cruzado de longe e surpreendeu Artur, que não tinha hipóteses de defesa.

Esta entrada até podia ter assustado o Benfica, mas o que aconteceu foi exactamente o oposto. A pressão benfiquista acentuou-se e aos 21 minutos, depois de um roubo de bola de Pablo Aimar, Cardozo avançou, olhou para a baliza e a cerca de 30 metros colocou o esférico com categoria. O empate estava consumado, mas a equipa de Jorge Jesus queria mais. Os holandeses só chegavam à área “encarnada” de contra-ataque e quando o conseguiam encontravam sempre um Artur muito atento, como aconteceu aos 22 minutos, por intermédio de Landzaat. O segundo tento do Benfica adivinhava-se e aos 35 minutos Nolito voltou a fazer o “gosto ao pé”. O espanhol concluiu uma excelente triangulação, que contou com a participação de Cardozo e uma assistência magnífica de Witsel.




Nos últimos minutos do primeiro tempo, o Twente ainda tentou equilibrar o marcador, mas Artur resolveu as tentativas holandesas com duas intervenções muito bem conseguidas. No regresso aos balneários, a vantagem do Benfica era justíssima.

Nos primeiros minutos da etapa complementar, a formação da casa teve de pressionar o Benfica, mas à semelhança da primeira parte, sempre que chegou ao momento da finalização, não conseguiu enganar Artur, que voltou a demonstrar muitas qualidades. Apesar da pressão, o primeiro lance de perigo acabou por pertencer ao Benfica. Pontapé de canto estudado, com Aimar a colocar rasteiro ao primeiro poste, com Nolito a antecipar-se ao marcador directo e a rematar à figura.

Aos 67’, Bryan Ruiz ganhou a linha de fundo na área do Benfica, centrou atrasado para de Jong, que obrigou Artur a uma defesa gigante, a impedir o empate. No minuto seguinte, já com Saviola em campo, o terceiro golo esteve muito perto. O argentino rematou de longe e fez o esférico passar muito perto do poste de Mihaylov. O jogo estava ao rubro, com jogadas de parada e resposta.

O guardião brasileiro do Benfica já tinha brilhado, mas ainda houve tempo para mais duas defesas de altíssimo nível em poucos segundos. O costa-riquenho Bryan Ruiz apareceu bem posicionado dentro da área, rematou duas vezes e Artur disse presente. Que exibição!

A partida estava com um ritmo muito alto, e aos 79 minutos surgiu o lance que estragou o espectáculo. John centrou na esquerda e Ruiz cabeceou com sucesso, depois de se apoiar e empurrar Emerson, que ficou fora do lance irregularmente. Nenhum dos seis(!) árbitros viu o que se passou…

Depois do empate, o único lance de registo voltou a pertencer ao Benfica, com Nolito a tentar o chapéu a Mihaylov, que defendeu para canto. Embora seja um resultado injusto, o Clube da Luz parte com vantagem para a segunda mão, que se realiza na próxima quarta-feira, 24 de Agosto.

O Sport Lisboa e Benfica apresentou o seguinte onze: Artur, Maxi Pereira, Luisão, Garay, Emerson, Javi García, Witsel, Pablo Aimar (Saviola 63’), Nico Gaitán (Ruben Amorim 57’), Nolito e Cardozo (Matic 87’).

In www.slbenfica.pt

07 agosto, 2011

Eusébio Cup 2011 : Benfica 2 Arsenal 1....2ª parte brilhante !


06/08/2011 FUTEBOL
Benfica - Arsenal, 2-1
Eusébio Cup fica na Luz

O Sport Lisboa e Benfica disputou este sábado a 4.ª edição da Eusébio Cup, frente à formação inglesa do Arsenal e venceu, por 2-1, conquistando a Taça alusiva ao melhor jogador português de sempre.



O técnico Jorge Jesus operou algumas alterações face ao último onze benfiquista, onde se destacaram Eduardo na baliza para o lugar de Artur. Em relação aos jogadores de campo, as mudanças foram em todos os sectores: Ruben Amorim, Matic, Bruno César, Enzo Pérez, Jara e Cardozo, entraram de início para os lugares de Maxi Pereira, Witsel, Nolito, Gaitán, Aimar e Saviola, respectivamente.

A partida, apesar de particular, iniciou-se numa toada de estudo entre ambas as equipas e com poucas oportunidades de golo. A primeira surgiu à passagem do minuto 18, quando Jara teve um excelente trabalho individual dentro da área e rematou perto do poste da baliza de Szczesny.

O público só voltou a sentir algum frenesim perto da meia hora de jogo. Aos 27 minutos, o Benfica criou perigo através de uma boa jogada colectiva entre Cardozo, Jara e Bruno César, com este último a flectir para o meio e a rematar em arco muito perto do poste da baliza da turma inglesa e um minuto depois o avançado paraguaio recebeu a bola na área, rematou com a bola a levar “selo de golo”, mas foi desviada para canto pela defensiva dos “gunners”.

O minuto 34 acabou por ser fatídico para as “águias”. Gervinho deixou a bola para o lateral esquerdo Gibbs que centrou rasteiro para Van Persie que só teve de encostar. O Arsenal passava para a frente do marcador.

Segunda parte trouxe justiça

A etapa complementar começou da melhor forma para a formação comandada por Jorge Jesus. Aos 49 minutos, Nolito assistiu com mestria Pablo Aimar que, na cara de Fabianski rematou a contar, repondo o empate no marcador. Volvidos três minutos, o Benfica voltou a criar perigo na baliza dos ingleses. Gaitán marcou o livre, a bola sobrou para Nolito que, de cabeça, assistiu Luisão. O capitão rematou rente à barra.

Os cachecóis voltaram a agitar na Luz ao minuto 60. Numa jogada 100% espanhola, Capdevila assistiu Nolito que trabalhou bem à entrada da área e rematou sem hipóteses para Fabianski. O Benfica passava para a frente do marcador.

Dois minutos após o segundo tento benfiquista, o árbitro Duarte Gomes assinalou um livre indirecto a favor dos “encarnados”. Javi García enviou um potente remate que o guardião do Arsenal defendeu com dificuldade. À passagem do minuto 77, Gaitán recebeu uma sobra da defensiva arsenalista e rematou de primeira, mas à figura de Fabianski.

Ainda antes do final do encontro, o uruguaio Urreta podia ter dilatado o marcador com um remate cruzado, desfeiteado pelo guardião do conjunto orientado por Arsène Wenger (89´).

Com esta vitória as “águias” conquistaram a segunda Eusébio Cup do palmarés.

A equipa do Sport Lisboa e Benfica jogou com o seguinte onze inicial: Eduardo (Artur Moraes 46´), Ruben Amorim (Ruben Pinto 85´), Luisão (Fábio Faria 89´), Garay (Jardel 46´), Emerson (Capdevila 46´), Javi García (David Simão 90+1´), Matic (Witsel 46´), Bruno César (Gaitán 46´, Urreta 85´), Enzo Pérez (Nolito 46´), Franco Jara (Aimar 46´) e Cardozo (Saviola 46´, Mora 85´).

In www.slbenfica.pt

04 agosto, 2011

Trabzonspor - Benfica, 1-1 ..." Venha o play-off da "Champions"


04/08/2011 FUTEBOL

O Sport Lisboa e Benfica qualificou-se esta quarta-feira para o play-off da Liga dos Campeões, ao superar o Trabzonspor no conjunto das duas mãos da 3.ª pré-eliminatória da prova. Apesar de ter dominado a partida, o resultado final acabou por ser um empate a um golo.

Com a lesão de Enzo Pérez, que tinha actuado essencialmente no lado direito do ataque na primeira partida na Luz, o treinador do Benfica, Jorge Jesus, apresentou mudanças no meio-campo, ao colocar Gaitán na sua posição. Do lado contrário do terreno, onde habitualmente alinha o número 20 argentino, surgiu Nolito. Outra das novidades relativamente à partida da 1.ª mão foi a inclusão de Maxi Pereira no lado direito da defesa, bem como de Witsel no centro do terreno, situação que levou a que Cardozo tenha sido preterido no que respeita ao onze inicial, ficando Saviola com o papel de referência de área no ataque.

Com Aimar a ser o principal apoio de “el conejo” na frente de ataque, o Benfica entrou na partida a controlar o ímpeto do adversário que queria marcar nos primeiros minutos, de maneira a sonhar com o apuramento para o play-off. As acções do Trabzonspor foram rapidamente anuladas e os pupilos de Jorge Jesus começaram a surgir de forma perigosa no ataque, fruto de um bom entendimento entre os jogadores. O remate aos seis minutos de Saviola por cima da barra resultou de uma dessas combinações. Passaram dez minutos e Witsel cabeceou à figura do guarda-redes da casa, anunciando o que estava para vir. É que, aos 18 minutos, Nolito, um dos elementos em foco durante a primeira parte, facturou após assistência de Saviola.

A equipa da casa acusou o golo e o Benfica foi tendo as despesas da partida, ainda assim o Trabzonspor conseguiu chegar à igualdade numa das suas poucas acções perigosas junto da área de Artur Moraes. O golo foi apontado por Paulo Henrique aos 31 minutos.

Nada mudou com o tento da formação turca, já que o Benfica continuou a controlar os acontecimentos e a criar situações para marcar, sendo a mais flagrante a que Gaitán teve aos 38 minutos. O argentino entrou na área pelo lado direito e rematou na malha lateral. O seu compatriota Pablo Aimar também teve a oportunidade para fazer o “gosto ao pé”, mas o remate saiu ao lado (43’).

Sentido único
O início da segunda parte apresentou um Benfica a trocar muito bem a bola, o que baralhou os jogadores adversários por completo. Na primeira jogada, Aimar escapou pelo lado direito e cruzou para o interior da área turca, onde apareceu Nolito a rematar para defesa de Tolga Zengin (46’).

Se a eliminatória já estava praticamente decidida com o golo apontado por Nolito, ainda mais ficou com a expulsão do jogador do Trabzonspor Adrian, após ter agredido com uma cotovelada Maxi Pereira (57’).

A tarefa “encarnada” ficou mais facilitada e foi Gaitán que teve as três primeiras situações para marcar após ter ficado com mais uma unidade em campo (60’, 65’ e 69’). O minuto 79 ficou marcado por um excelente pormenor individual de Matic na área e que deixou Witsel em grande posição para facturar, no entanto, o remate bateu estrondosamente na barra.

Antes de ser substituído, Gaitán voltou a ter mais uma oportunidade para poder marcar, contudo, o remate não levou a direcção desejada (81’).

Este foi um resultado que não espelha o que se passou durante os 90 minutos, mas que serviu as pretensões “encarnadas” no que respeita aos objectivos nesta eliminatória. Agora segue-se o play-off da prova. O sorteio é já esta sexta-feira.

O Sport Lisboa e Benfica apresentou a seguinte equipa: Artur Moraes; Maxi Pereira, Luisão, Garay e Emerson; Javi García, Witsel, Nolito, Gaitán (Bruno César, 87’) e Aimar (Matic, 64’); Saviola (Jara, 75’).

In www.slbenfica.pt

28 julho, 2011

SL Benfica – Trabzonspor, 2-0 - Nolito desata nó turco


O Sport Lisboa e Benfica recebeu o Trabzonspor para a 3.ª pré-eliminatória da Liga dos Campeões e cumpriu com uma vitória por 2-0. Os golos só apareceram na segunda parte, num encontro que ficou marcado pela atitude ultra-defensiva dos turcos. Segue-se a viagem a Istambul.

O Estádio da Luz assistiu a um início de encontro muito agitado, com o Benfica a assumir as despesas do jogo, uma vez que a táctica dos turcos não era muito difícil de analisar. Aos três minutos surgiram duas grandes oportunidades para a formação de Jorge Jesus. Primeiro foi Saviola a aproveitar um alívio infeliz do guardião Zengin, que se redimiu com categoria, através de uma defesa quase impossível a uma tentativa de chapéu de Gaitán.

Na sequência do pontapé de canto, Aimar levantou para o primeiro poste, onde Luisão desviou para o “sítio do costume” de Saviola nestes lances de bola parada. O argentino acabou por chegar ligeiramente atrasado, fazendo abanar as redes laterais do Trabzonspor.

A equipa treinada por Senol Günes assustou-se e ainda se retraiu mais, aproveitando todos os momentos para praticar um anti-jogo, infelizmente, bem conseguido na primeira parte, além de alguns lances de teatro dignos de um Tony Award. Para a segunda parte esperava-se uma atitude mais positiva por parte dos turcos.

A etapa complementar até começou com dois contra-ataques adversários, mas foram sempre apanhados em fora-de-jogo, devido ao bom entrosamento dos defesas centrais Luisão e Garay, que se estrearam juntos. A muralha defensiva continuava a dificultar a vida ao ataque “encarnado” que ia apostando em remates de longe, como foi o caso de Aimar, que aos 57 minutos atirou por cima da barra.

A pressão acentuava-se e o golo inaugural era quase uma certeza e só não o foi aos 66 minutos, porque Saviola tirou tinta ao poste da baliza de Zengin. Volvidos quatro minutos, Nolito conseguiu, finalmente, inaugurar o marcador. O espanhol apostou na velocidade, tabelou com Aimar e finalizou com estilo, levando os mais de 37 mil adeptos do Benfica ao rubro.

Poucos segundos depois de se reiniciar a partida, o árbitro Stephan Studer da Suíça não viu um Penálti claríssimo de Balci, que cortou a bola com a mão, quando Nolito se preparava para fazer o segundo tento. O único lance de ataque digno de registo do Trabzonspor aconteceu ao 77 minutos, quando Yilmaz rematou para intervenção segura de Artur Moraes.

A margem mínima não era suficientemente satisfatória, por isso, Gaitán abriu o livro! Witsel ofereceu o esférico ao argentino, que depois de a receber com categoria, aplicou-lhe um pontapé mágico, que só parou no ângulo. Mais um momento memorável de Nico Gaitán, que será certamente recordado por muitos anos.

O 2-0 abre boas perspectivas para a segunda mão que se vai realizar no próximo dia 3 de Agosto, no Estádio Atatürk Olimpiyat, em Istambul, uma vez que obriga os turcos a terem outra atitude em campo e a abrir mais espaços no sector mais recuado.

O Sport Lisboa e Benfica apresentou o seguinte onze: Artur, Emerson, Luisão, Garay, Ruben Amorim (Maxi Pereira 64’), Javi García, Enzo Pérez (Nolito 53’), Nico Gaitán, Pablo Aimar (Witsel 74’), Saviola e Cardozo.

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