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Benfica - Twente, 3-1 Fase de Grupos da Champions garantida com muita CLASSE e MAGIA ! GRANDE BENFICA !
24/08/2011 FUTEBOL
Benfica - Twente, 3-1
Fase de Grupos da Champions garantida
Foi com classe, pragmatismo e inteligência que o Benfica se apresentou no desafio da 2.ª mão do play-off da Liga dos Campeões. A vitória, por 3-1, na Luz (5-3, no cômputo das duas mãos) permite ao Clube o acesso à Fase de Grupos da prova. Os adversários são conhecidos já amanhã.
Foi com a vantagem na eliminatória, fruto do empate a duas bolas na Holanda, que o Benfica iniciou esta partida. Mas desde cedo se percebeu que esta equipa não iria “dormir” sobre a vantagem, antes pelo contrário, o objectivo era claro: ampliar cedo a mesma para números mais seguros que permitissem maior confiança, não fosse “o diabo (neste caso concreto o Twente) tecê-las!”
Os primeiros 20 minutos da partida mostraram isso mesmo: um Benfica verdadeiramente avassalador, com as oportunidades de golo a sucederem-se em catadupa. E foi Aimar quem deu a receita logo no minuto inicial, no entanto, o remate saiu à figura. Gaitán não lhe quis ficar atrás e no lance posterior tentou o chapéu a Mihailov, com o guardião a mostrar-se atento. A avalancha ofensiva sucedia-se, Javi García (9’), Nolito (10’), Cardozo (15’, 16’ e 19’), entre outros... mas a bola teimou em não entrar.
Por esta altura Artur Moraes era um autêntico espectador do encontro e somente à passagem do minuto 20 começou a ver os holandeses a acercarem-se da sua zona de intervenção, embora sem grandes motivos para preocupação. O controlo nunca fugiu aos “encarnados”.
O Benfica dominava, fruto de uma posse de bola em qualidade, com os jogadores a mostrarem garra e muito talento. Futebol bonito, ao primeiro toque, jogadas de combinação perfeitas a toda a largura do terreno. O que faltou? O golo, a festa do Futebol... é que a “redondinha” – teimosa! – teimou sempre em não entrar para desespero dos milhares que quase lotaram a Catedral, que apesar de não terem podido festejar o desejado golo, com toda a certeza, gostaram do que viram.
Ainda relativamente à primeira metade do encontro, uma nota para o único susto sofrido pelos “encarnados”, aos 35 minutos, na única desatenção do sector defensivo, com a bola a passar muito perto da baliza às ordens de Artur. No contra-golpe o Benfica mostrou não se ter atemorizado e numa jogada viperina, de contra-ataque puro, Gaitán na cara de Mihailov, rematou ao lado do poste.
A fechar os primeiros 45 minutos, tempo ainda para Cardozo colocar – mais uma vez – em sentido o guardião adversário. Remate rasteiro e poderoso, para grande defesa.
O nulo, à descida para os balneários, sabia, e de que maneira, a injustiça! Por tudo aquilo que fez, o Benfica merecia, já na altura, uma confortável vantagem.
Classe e talento carimbam Champions
E tantas vezes foi o “cântaro à fonte”... que a justiça acabou por surgir. Logo no reatar (46’), Gaitán cobra na direita um livre indirecto, Luisão, nas alturas, assiste Witsel de cabeça, com o belga, num remate acrobático de bicicleta, a fazer o golo inaugural na Luz! Tardou, mas chegou...
E como diz outro ditado popular, “não há fome que não dê em fartura”. Depois de tanto desperdício na primeira metade, o Benfica redimiu-se nos segundos 45 minutos.
Em vantagem no desafio, e na eliminatória, os “encarnados” não tiraram o pé do acelerador e, aos 58’, novo tento. Aimar na cobrança de um canto e eis que bem no coração da área, ao primeiro poste, surge um cabeceamento mortífero de Luisão. Um golo e uma assistência para o capitão.
O Benfica continuava a espraiar o seu Futebol e, em noite inspirada, Witsel resolve fazer mais uma “gracinha”. Cardozo isola o belga e este, na cara de Mihailov, remata colocado para o 3-0. Só dava Benfica e, apesar dos números já confortáveis, com um pouco mais de “estrelinha” na hora de matar o lance e os “encarnados” poderiam mesmo ter alcançado uma vitória por números mais castigadores para a equipa holandesa.
Por falar em castigo, e longe deste Benfica o merecer, num dos raríssimos lances em que se conseguiu acercar da baliza de Artur, o Twente marcou o seu golo de honra (85’).
Ao apito para o final, o Benfica vencia, por 3-1, (5-3, no cômputo das duas mãos). Depois do susto (o 2-2 era um resultado “perigoso”) na Holanda, os “encarnados” mostraram toda a sua classe e estofo na Luz, numa partida praticamente de sentido único e que permite ao Clube carimbar a desejada e merecida presença na Fase de Grupos da Liga dos Campeões. Os adversários serão conhecidos já amanhã, quinta-feira, pelas 17.00 horas.
O Sport Lisboa e Benfica apresentou o seguinte onze: Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Garay, Emerson, Javi García, Witsel, Gaitán (Bruno César, 73’), Pablo Aimar, Nolito (Matic, 73’) e Cardozo (Saviola, 83’).
In www.slbenfica.pt
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Twente – Benfica, 2-2 ............Ai não gostam do Tacuara ? 176 jogos = 101 golos, o que é que querem mais ?
16/08/2011 FUTEBOL
Twente – Benfica, 2-2
Estádio da Luz vai decidir
O Sport Lisboa e Benfica empatou esta terça-feira na Holanda frente ao Twente, na primeira-mão do play-off de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões. Apesar da igualdade a dois, a formação de Jorge Jesus demonstrou que é superior aos holandeses, que empataram através de um lance irregular.
Para este jogo europeu, Jorge Jesus apostou num meio-campo reforçado com a entrada de Witsel, enquanto Óscar Cardozo ficou sozinho no ataque. No sector defensivo, destaque para a entrada de Maxi Pereira, que rendeu Ruben Amorim.
O encontro começou com sinal mais para os “encarnados”, com Gaitán a arriscar uma jogada individual na direita e a aparecer isolado frente a Mihaylov, depois de ganhar dois ressaltos. Na altura de finalizar, o guardião búlgaro levou a melhor, através de uma intervenção apertada com os pés. O Benfica dominava os primeiros minutos, e contra a corrente de jogo, o Twente inaugurou o marcador. Luuk de Jong rematou cruzado de longe e surpreendeu Artur, que não tinha hipóteses de defesa.
Esta entrada até podia ter assustado o Benfica, mas o que aconteceu foi exactamente o oposto. A pressão benfiquista acentuou-se e aos 21 minutos, depois de um roubo de bola de Pablo Aimar, Cardozo avançou, olhou para a baliza e a cerca de 30 metros colocou o esférico com categoria. O empate estava consumado, mas a equipa de Jorge Jesus queria mais. Os holandeses só chegavam à área “encarnada” de contra-ataque e quando o conseguiam encontravam sempre um Artur muito atento, como aconteceu aos 22 minutos, por intermédio de Landzaat. O segundo tento do Benfica adivinhava-se e aos 35 minutos Nolito voltou a fazer o “gosto ao pé”. O espanhol concluiu uma excelente triangulação, que contou com a participação de Cardozo e uma assistência magnífica de Witsel.
Nos últimos minutos do primeiro tempo, o Twente ainda tentou equilibrar o marcador, mas Artur resolveu as tentativas holandesas com duas intervenções muito bem conseguidas. No regresso aos balneários, a vantagem do Benfica era justíssima.
Nos primeiros minutos da etapa complementar, a formação da casa teve de pressionar o Benfica, mas à semelhança da primeira parte, sempre que chegou ao momento da finalização, não conseguiu enganar Artur, que voltou a demonstrar muitas qualidades. Apesar da pressão, o primeiro lance de perigo acabou por pertencer ao Benfica. Pontapé de canto estudado, com Aimar a colocar rasteiro ao primeiro poste, com Nolito a antecipar-se ao marcador directo e a rematar à figura.
Aos 67’, Bryan Ruiz ganhou a linha de fundo na área do Benfica, centrou atrasado para de Jong, que obrigou Artur a uma defesa gigante, a impedir o empate. No minuto seguinte, já com Saviola em campo, o terceiro golo esteve muito perto. O argentino rematou de longe e fez o esférico passar muito perto do poste de Mihaylov. O jogo estava ao rubro, com jogadas de parada e resposta.
O guardião brasileiro do Benfica já tinha brilhado, mas ainda houve tempo para mais duas defesas de altíssimo nível em poucos segundos. O costa-riquenho Bryan Ruiz apareceu bem posicionado dentro da área, rematou duas vezes e Artur disse presente. Que exibição!
A partida estava com um ritmo muito alto, e aos 79 minutos surgiu o lance que estragou o espectáculo. John centrou na esquerda e Ruiz cabeceou com sucesso, depois de se apoiar e empurrar Emerson, que ficou fora do lance irregularmente. Nenhum dos seis(!) árbitros viu o que se passou…
Depois do empate, o único lance de registo voltou a pertencer ao Benfica, com Nolito a tentar o chapéu a Mihaylov, que defendeu para canto. Embora seja um resultado injusto, o Clube da Luz parte com vantagem para a segunda mão, que se realiza na próxima quarta-feira, 24 de Agosto.
O Sport Lisboa e Benfica apresentou o seguinte onze: Artur, Maxi Pereira, Luisão, Garay, Emerson, Javi García, Witsel, Pablo Aimar (Saviola 63’), Nico Gaitán (Ruben Amorim 57’), Nolito e Cardozo (Matic 87’).
In www.slbenfica.pt
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